sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Chupando o Motorista do UBER

Alguns minutos atrás (ainda sinto o gosto da porra na boca) aconteceu algo bastante inusitado e inesperado!
Pedi um UBER para me deslocar de uma ponta à outra de Udia e confesso que por ser cedo eu jamais imaginaria o que estava para acontecer...
Ao confirmar o motorista, vi a foto e não fiquei tão entusiasmado (não estava esperando nada especial mas é sempre bom checar né? Risos) era aparentemente um cara normal...
Ao entrar no carro percebi que ele era bastante atraente, corpo em forma e uma mala bem recheada
Era marrento mas começou a conversar, perguntou o que eu fazia e de onde era... E começou a apertar a mala, eu de vez em quando dava uma olhada e ele começou a fazer cara de safadão...
Começou a dizer que estava na seca e disse que o pau ficava duro só de falar no assunto, nisso ele deu uma pegada com gosto e disse: "Da só uma olhada no meu estado"... E pude ver o desenho de uma piroca enorme super dura... Logo em seguida ele me assusta dando uma apertada na minha mala perguntando: "E sua rola? Tá dura igual a minha?"
Como minha piroca estava explodindo na cueca ele disse: "Ah Safado! Você curte a sacanagem né?"
Eu estava sem acreditar que aquele Baiano, macho, marrento e arretado estava passando a mão em mim...
Nisso paramos em um semáforo da Avenida Paralela e o motorista do UBER tirou o pauzão para fora e disse: "Mama minha rola Macho"... Eu cai de boca sem nem me preocupar que eram 9h da manhã e que poderia ser visto pelos outros carros... O cara com muita habilidade abriu minha bermuda e começou a procurar meu cuzão apalpando meu rabo no meio do trânsito... Torei a camiseta e a bermuda e fiquei peladão com um tesão do caralho por estar mamando um desconhecido no trânsito, completamente pelado!
Em seguida paramos no semáforo e para minha surpresa o machão tirou o cinto de segurança,me empurrou contra o banco e me deu uma mamada massa... O sinal abriu ele voltou a dirigir e me puxou pelo cabelo para continuar a chupada! Dei um trato naquela rola, engolia tudo e o cara ia ao delírio
dirigindo... Nisso ele anuncia o gozo e eu aumento o ritmo da amada e sinto aquele macho Tesudo enchendo minha boca de leite urrando e dizendo: "Caralho! Não engole tudo que eu também quero!" E me puxou para um beijo de língua com pegada, daqueles de faltar o fôlego... Nisso com tanto tesão acabei gozando sem nem encostar no Pau! E o Safado passou a mão na minha porra e lambeu e me tascou mais um beijo...
Chegamos ao meu destino, paguei o cara com vontade, trocamos contato e combinamos de fazer algo mais elaborado na próxima!

domingo, 15 de janeiro de 2017

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Dando para o Rapaz do controle da Dengue

FOTO ILUSTRATIVA
Olá pessoal meu nome é Bruno tenho 24 anos 1,80 75kg Moreno da cor do pecado (kkkk) e este é meu primeiro relato aqui. Sempre tive vontade de ficar com um prestador de serviço (entregador de água, técnico da máquina de lavar, montador de móveis, entregador de pizza e etc) mas nunca tive sucesso, pois fico com receio e sem idéias que me favoreçam, mas hoje foi diferente e inesperado.
Eu estava em casa e antes de ir para a universidade estava aguardando uma amigo chegar, pois ele havia ficado de me trazer uma encomenda. De repente alguem bate na porta, fui até lá e me deparo com um funcionário da prefeitura responsável pelo controle da dengue, bonito, aproximadamente 1,75 70kg não era sarado mas tinha os músculos bem firmes. Falei que imaginava que fosse outra pessoa, ele sorriu e falou que entrou pq o portão estáva aberto. Disse que não tinha problema, então ele pediu para ver as instalações para verificar se havia foco de Dengue. Deixei ele entrar e mostrei as areas da casa, ele começou a fazer algumas perguntas que nada tinham haver com o serviço no qual ele veio fazer, disse que a casa parecia em ordem e não havia nenhum foco de dengue, perguntou se morava mais alguém na casa, eu disse que sim mas que estavam trabalhando. Então percebi que a cada pergunta ele ficava meio nervoso, até que ele disse que já estava indo embora. Percebendo ele meio sem jeito, perguntei se não queria água pois ele estava meio suado, ele sem pensar duas vezes disse que sim. Então fomos a cozinha ele sentou-se lhe entreguei o copo e fiquei em pé na frente dele, neste momento eu ja estava com o pau latejando dentro da bermuda que já entregava um volume que não fiz questão de esconder. Perguntei se ele ainda iria visitar outras casas e ele disse que já era a última, então sugeri que descansasse e pegasse um vento. Ele disse que aceitava e precisava relaxar. Chamei ele para o quarto, sentou na beira da cama e falei que se quisesse tirar a camisa para refrescar ele podia ficar a vontade, então ele tirou a camisa e o sapato e sem eu falar nada ele deitou na cama e ficou me olhando. Eu não pensei duas vezes deitei por cima dele e começamos a nos beijar.Ele tinha uma boca macia, enquanto me beijava ele apertava minha bunda, tiramos nossas roupas e ele começou a beijar e morder meu corpo, me virou de costas e foi mordendo e descendo em direção a minha bunda, então ele abriu e começou a lamber como se estivesse com fome, e que língua era aquela nooooossa, senti que poderia gozar so em sentir a língua dele no meu cu. Depois ele colocou seu pau que devia medir uns 19cm um pouco grossa na entrada do meu cu e começou a forçar para entrar. Pedi que parasse e entreguei a camisinha, ele colocou a camisinha e passou um pouco de lubrificante e foi metendo devagar até entrar toda aquela rola no meu rabo e aos poucos foi bombando com mais força. Enquanto ele metia e gemia com uma respiração ofegante, mordia minhas costas deixando marcas, mas mesmo assim continuava sendo uma delícia.
Então fiquei de quatro e ele socando no meu rabo até que anunciou que iria gozar dando uma gemido grosso e fincando seu pau todinho no meu rabo, eu sentia a camisinha enchendo de leite quentinho, o que me fez gozar logo em seguida. Então fomos ao banheiro nos lavar e enquanto tomávamos banho ele falou que passaria na semana seguinte para fazer uma nova inspeção sobre o foco de Dengue, eu disse que poderia ficar a vontade para vir e a quisesse relaxar novamente seria um prazer ajuda-lo. Peguei o número do telefone dele para marcamos uma nova visita. (Kkkkk) Se caso houver uma nova visita eu conto com melhores detalhes pra vocês.

sábado, 31 de dezembro de 2016

Eu não sou gay, só fodo com eles.

Relato enviado por: Anonimo

Tenho 25 anos, 1,75m, 70 kg, olhos escuros penetrantes, cabelos escuros, curtos e encaracolados, sou solteiro por opção quero curtir mais um pouco ate constituir família.
Nesse ano, fiquei de férias e resolvi passar elas em Uberlândia. Chegando no aeroporto fiquei a espera de um amigo que viria me buscar.Este amigo meu estudou faculdade junto comigo e agora morava em Uberlândia,onde estava fazendo espacialização na área de dermatologia.
Gustavo era um cara muito legal e sempre tivemos uma forte amizade, só que ele era bissexual e eu não sabia até que naquele final de semana ele confidenciou comigo.
Aceitei de boa, mais fui categórico dizendo que a opção dele não interferia em nossa amizade, mais que só poderia ter mesmo amizade com ele.
Gustavo foi sincero comigo dizendo, bem Marcos você quem sabe mais se você resolver experimentar comer um homem espero que seja eu o seu escolhido.
Poxa Gustavo não adianta meu negocio é mulher de boa, nada contra mais é minha opção.
Tudo bem Marcos, mais estou aqui pra o que der e vier.
Assunto encerrado e o final de semana saíram conhecer lugares Gustavo convidou duas amigas e saímos como se fossemos dois casais.
No sábado bebemos todas viemos de taxi para o apartamento, uma das amigas de Gustavo ficou com carro dele.
Como eu e ele estávamos chapado de beber não rolou sexo.
Chegamos Gustavo nem bem entrou no apartamento e já foi logo tirando a roupa e indo tomar banho.
Eu fiquei na sala até que ouvi Gustavo chamar pelo meu nome, fui ver do que se tratava era para lhe trazer uma toalha.
Fui até o armário peguei duas toalhas e fui pra o banheiro, dei uma a Gustavo que começou a se enxugar e saiu do banheiro deixando espaço para que eu entrasse no Box.
Assim que comecei a tomar meu banho vir-me-ei de costas e dava para perceber que Gustavo não tirava os olhos de minha bunda, mais eu procurei disfarçar que não havia percebido e para surpresa minha senti um forte desejo que me causou uma breve ereção. Virei de frente e vi como os olhos de Gustavo estavam fixo em meu cacete,não é muito grande mais é grosso em demasia,caprichei esfregando e ensaboando ação que causou uma rigidez fenomenal em meu cacete.Quando olho para Gustavo que estava com a toalha enrolada na cintura vejo que também está super excitado.
Ele sorriu e falou está vendo o que você fez?
Eu fingi que não tinha apercebido o duplo sentido disse o que fiz? Se errei quero me redimir do erro.
Gustavo sorri dizendo olha como é que estou só de ver seu cacete duro imagine se você me deixa dá uma mamada?
Qual é Gustavo sabe que não é minha praia...
-Não é sua praia porque você nunca quis,mais não pode negar que sente curiosidade de saber como é?
Negue se for possível, se não sentisse vontade não teria ficado excitado também. disse sorrindo.
Eu correspondi ao sorriso de Gustavo e falei você está me tentando...
Olha que quando começo a foder sou insaciável...
-Gustavo disse quero provar de você não me importo que me arrombe me foda, me arregace quero você Marcos, faz tempo que te desejo e sempre o respeitei mais agora vê-lo assim nu de cacete armado fico impossível me controlar.
E sem uma palavra eu fiz sinal para que se aproximasse Gustavo veio olhou nos meus olhos e disse... Farei só que você permitir.
Cara você é louco e eu mais ainda, vou logo dizendo sem beijo sou ativo, então abaixa e mama.
Caracas Gustavo ajoelhou segurou em meu cacete e começou a lamber a cabeça do meu cacete passeava a língua de um lado a outro
Até que não resistiu e começou a me pagar um boquete fenomenal. Meu cacete é grosso mais não e cabeçudo e isto facilita mais para a boca acoplar e chupar com facilidade.Eu já estava louco segurando em sua cabeça quando Gustavo tira meu cacete e pergunta.
Marcos você quer gozar na minha boca?
Posso?
Claro vou adorar beber seu leitinho!
Foi quando eu perguntei Gustavo você é só passivo?
Não Marcos sou ativo e passivo, mais prefiro ser o que o parceiro quer, o parceiro é quem manda.
Hum...
E sem dizer mais nada ele recomeçou a me chupar foi quando eu disse que seria melhor ir para o quarto, já que iria comê-lo que fosse a um lugar apropriado.
Gustavo sorriu e confirmou falou bem Marcos, vamos ao meu ninho que farei você o homem mais realizado que nunca mais vai esquecer-se de nossa foda!
-Espero Gustavo não me arrepender do que estou fazendo.
-Não se preocupe Marcos que sei encarar uma aventura. Serei seu sempre que você quiser,mais sem sentimentos ,apenas o sexo carnal.
E formos para o quarto chegando lá Gustavo sentou na cama e me puxou em sua direção, caiu de boca em meu cacete que parecia que ia engolir todo deixava só os culhões de fora, que estavam lambuzados de sua saliva. Ai delicia Gustavo desse jeito eu não aguento e gozo!Falei entre suspiro de tesão Caracas eu nunca tinha sido chupado deste jeito.
Ele chupava e me olhava com os olhos cintilantes de alegria.
Quando eu disse Gustavo posso gozar com você me chupando, vai querer meu leite?
-Pode Marcos terei imenso prazer em receber sua leitada na minha boca...
Caracas o Gustavo enlouqueceu de tesão segurava a base do meu cacete e engolia meu cacete inteiro, sem engasgar nem tossir, que delicia de garganta profunda.
Estava no auge do prazer quando percebo que meu orgasmo se aproximar seguro em sua cabeça dou uma rebolada e começo a gemer alto. Gustavo segura com firmeza na base do cacete e começa a sentir espasmos do meu esperma jorrando quente em sua boca,Gustavo sugava meu cacete e com uma das mãos se masturbava.Assim gozei fartamente em sua boca e ele engoliu tudo ,depois perguntei a ele se era correto.ele disse-me como me conhecia não tinha risco algum que jamais iria desperdiçar meu liquido tão precioso e desejado.
Ficamos calados e pude observar que ele também havia gozado sem dizer nada fomos tomar banho e logo voltamos para o quarto, Gustavo deitou de costas e me passou camisinha e um pode de um creme umedecedor.
Untei cabeça do cacete meti dois dedos de creme na porta do anel de Gustavo subi na cama ficando de joelhos atrás de seus quadris com cacete rígido apontando para cima, o ajeitei que veio de mansinho até sentir que o cacete estava encostado em seu anel.
-Foi quando Gustavo disse estou pronto Marcos pra levar cacete no rabo!
Eu nem precisei de muito esforço, pois a posição que Gustavo estava e toda preparação feita comecei a meter e senti suas pregas abrirem - se para abrigar meu cacete.
Fui metendo aos poucos quando me dei conta já estava todo atochado no rabo de Gustavo que gemia de tesão falava palavras dizendo que estava gostoso que queria ser fodido com muita safadeza. Ai eu comecei e meter gostoso tirava quase o cacete todo deixando só cabeça e forçava com força fazia o safado gemer,pedindo mais e mais.Fiz varias posições sem tirar cacete de dentro.Quando fiz posição de frango assado,enquanto metia com força apertava os bicos dos peitos dele sentia suas pregas latejaram apertando meu cacete ai apertava mais ainda,mais puto ele ficava já louco de vontade de gozar.foi quando pedi que ficasse de quatro(4) ele rapidamente se virou acoplei meu corpo ao seu e recome ei meter sem parar.
Eu estava me sentindo uma maquina de fazer sexo, louco para gozar e me controlando.
Ao Maximo, foi quando eu comecei a puxar os quadris de Gustavo e dava taãs em sua bunda ele gemia enlouquecido de tesão ,senti suas pregas pressionando meu cacete e sem conseguir me controlar mais avisei que ia gozar.Gustavo aos berros pede pra dá leitinho que queria banho de leite ,tirei meu cacete joguei a camisinha pra o lado e comecei e exporrar em suas costas.Gustavo parecia uma cobra se contorcendo com tesão que sentia pois gozou imediatamente despejando seu esperma no lençol.Depois de passado alguns minutos Gustavo me abraçou e com um sorriso falou:
Obrigado Marcos eu nunca senti tanto prazer como estou sentindo hoje.Retribui seu abraço e ficamos deitados os dois de conchinha.
Depois de algum tempo que dormimos para descansar levantamos tomamos banho e recomeçamos e fuder bem gostoso.
Hoje me lembro das palavras de Gustavo que me disse uma vez quem critica é porque nunca experimentou porque meu amigo se for uma vez com toda certeza ficará marcado na lembrança para sempre.
Sexo é algo ilimitado, é universal o resultado é prazer, sempre o prazer sem condições nem medidas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Corrida no parque

Relato enviado por: Anonimo

Na semana passada fui até o parque sbia correr um pouco e ver o que mais poderia rolar além da corridinha, cheguei lá às 9:00 da manhã, o dia estava nublado e frio, o parque não estava muito movimentado e comecei o meu exercício.
Tenho 23 anos, sou moreno, 1.70, 62 kg e estou sempre atento para as possibilidades de levar pica que aparecem, nesse dia estava com um short de corrida bem curto sem cueca e com uma camiseta, assim que cheguei tirei a camiseta, amarrei na cintura e fui correr no meio das trilhas atento aos caras que circulavam por lá e vi um cara branco, alto, magro, aparentando um 25 anos sentado em um banco, passei por ele que me encarou, olhei para trás e vi que ele estava olhando pra mim e apertando a pica sob o short. Dei mais duas voltas no parque e vi esse mesmo cara já numa outra parte sentado na grama, perto de uns arbustos bem altos, ele me olhava, ai fui até onde ele estava, cumprimentei e sentei ao seu lado e vi o volume no seu short, ele foi direto, apertou o pau e perguntou se eu curti e claro que respondi adoro, ele então se levantou e foi para atrás do um arbusto bem alto e cheio e mais rápido me levantei e fui atrás, chegando lá ele já estava abaixando o short e eu já fiquei no meio da pernas dele e comecei a lamber a cabeça daquela rola, era grossa, não muito grande,  mas bem grossa, comecei lambendo a cabeça, desci até chegar nas bolas, chupei uma de cada vez durante um tempo e engoli a pica toda e chupei bastante, ele até deitou na grama enquanto eu chupava o seu pau, depois de um tempo ele sentou e pegou no bolso do seu short uma camisinha e encapou a pica, ai tirei o meu short e ele começou a chupar o meu cú e enfiar um dedo, dois, quando ele viu que entraram três dedos ele começou a meter, eu de quatro e ele de joelho,
 quando a cabeça entrou senti uma dor forte, mas aguentei, ele foi enfiando devagar, quando entrou tudo ele deu um tempo, senti os seu pentelhos na minha bunda e ai ele começou a meter devagar e foi aumentando o ritmo, a dor do inicio virou um prazer maravilhoso depois de um tempo de quatro ele deitou e eu sentei no seu pau e cavalguei bastante até sentir ele gozar, deitei sob o seu peito e ficamos um tempo assim até o seu pau amolecer, ai ele se levantou se vestiu, me deu um beijo no rosto, disse obrigado delícia e saiu, eu dei um tempo me recompus e sai também, já não o vi mais por lá, ai depois desse exercício prazeroso fui embora caminhando.
Já aconteceram outras fodas bem gostosas nesse parque que vou compartilhando com vocês aqui.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! No Shopping


Certa vez tava louco pra fazer uma putaria e fui rondar um banheiro de um Shopping, me espantei ao ver quem tava exibindo a rola, um antigo colega de trabalho, macho Peludo, barba por fazer, meio ogro, pernudo e rabudo, uns 29 anos , aquele macho cheio de pose de hétero e comedor de boceta. Nao perdi tempo e parei ao lado pra manjar sua rola. Quando ele viu quem eu era, seu antigo colega de trabalho, apesar de nunca ter havido uma conversa entre nós, de fato ele se assustou e saiu fora.
Eu não podia perder tempo, queria ver aquele pau do macho que toquei varias punhetas pensando nele fudendo comigo. Sai apressado atras e vi que ele foi pela saída de emergência, na verdade local ideal pra fazer pegação.
 Na escada ele se deparou comigo tentou disfarçar, mas num súbito tesão e submissão me ajoelhei e ele se aproximou abrindo o zíper, falou que me deixava chupa-lo se eu não contasse pra ninguém, não respondi, apenas meti a mão no seu pau e saquei pra fora. Estava mole porem babão, chupei na hora. Em poucos segundos já estava duro como pedra na minha boca. Era uns 19cm branquinho   com a cabeça rosada que pulsava na minha boca. Suas mãos seguravam minha cabeça, me afogando contra seu pau que estava todo molhado com minha saliva juntando com sua baba natural e minha saliva, minha boca estava encharcada com sabor de rola. Mamei suas bolas, deixando ele todo salivado. Passei minhas mãos pelo seu corpo, barriga e peito bem peludos enquanto ele pedia pra nao parar de chupar e ficar olhando pra ele. Macho puto!
Desci sua calça, cheirei sua cueca branca com todo meu tesao e voltei a mamar suas bolas. Na verdade meu desejo por ele era tanto que eu queria lamber mais afundo. Ele percebeu e perguntou se queria lamber o rabo dele, exatamente dessa forma.
Respondi que sim e perguntei se ele gostava. Ele rapidamente se virou se apoiando na parede bem empinado e me pegou pelo cabelo me puxando contra sua bunda, mal tive tempo de admirar seu rego e ja estava com aquela bunda toda na minha cara. Era uma bunda grandinha branquinha com pêlos ralos dourados, mas ao redor do buraquinho com alguns pentelhos grandes e muito gostoso de lamber. Um cu cheiroso e bem lavado bom pra meter a lingua com muito tesao. Eu lambia como um cachorro sedento. Meu maxilar latejava de tanto movimentar a lingua. Ele transpirava e me cara ficou toda molhada. Enquanto o cunetava,
chupava seu pau por tras de baixo pra cima passando pelo saco ate cheva no cu, ficando nesse ritual por um bom tempo. Nao resisti e meti o dedo no cu que pra minha surpresa entrou sem dificuldade e com toda aprovaçao dele. Tentei levantar pra meter meu pau dentro num subito tesao e vontade de fuder, mas ele disse que gostava de dedada e nao de piroca no cu, pois dar cu é coisa de viado (nao entendi, mas relevei. Esses "heteros" sao sem noção)
Mas nao resisti e disse queria dar pra ele entao.
-você que me da seu viadinho safado? Vai deixar eu meter minha rola dentro de vc? Abaixa a calça e abre a bunda!
Foi o que ele me ordenou a fazer, e assim fiz com toda minha obediência
Dei muito meu cu pra ele! Agarrei no corrimão da escada com força enquanto sua mão agarrava minha cintura me apertando.
Eu senti meu cu arder, suas socadas de rola eram tao fortes que eu sentia seu saco pentelhudo bater na minha bunda. Sentia uma dor intensa, mas muito boa ao ponto de querer que doesse mais. Foi frenético, a qualquer momento poderia passar alguém por ali e não daria pra gozar. Comecei a gemer e pedir pra gente gozar juntinho, e ele começou a gemer também. Meu pau latejava até que jorrei leite pelas escadas. Senti que ele iria fazer o mesmo e rapidamente me pus na posição de submisso a ele. Abri a boca e levei socadas de piroca na garganta, me esforçava em chupar, respirar e não me engasgar, minha boca e garganta doíam, mais até que o cu, ele metia na minha guela com tanta força e brutalidade que me deixava ate assustado com tamanha força. Ele foi se contorcendo e agarrou minha cabeça e senti seu pau contrair na minha garganta jorrando leite a fundo. Todo leitinho direto guela abaixo. Mal senti o gosto,
apenas senti o leite descer a dentro. Nos ajeitamos rápido e antes dele ir disse que foi um foda e tanto. Seu corpo ainda suado e ofegante exalava sexo. Dei mais uma chupada como chupada de despedida e o deixei sequinho levei uns tapinhas na cara e ele vendo que gostei deu um ultimo com tanta força que ardeu a cara na hora ao ponto de ficar vermelho por um tempo, mas amei.
Ele se foi e Eu fiquei ali na escada absorvendo todas informaçoes de como foi dar o cu pra um machao que sempre desejei.
espero reencontra-lo

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Pegação no parque

Relato enviado por: Rick Pass

Hoje cheguei em casa cansadão do trampo dormi um pouco e acordei a tardezinha com uma vontade louca de mamar uma rola bem gostosa e quem sabe dar meu cuzinho bem gostoso, entrei no bate papo uol mais nada tinha de interessante, resolvi então ir no parque sabia onde a pegação rola solta, tomei meu banho raspei o cuzinho deixando ele lisinho e fui rumo a putaria.
Quando cheguei lá tinha homens de todos os tipos para todos os gosto na trilha meu pau ficou duro na hora, resolvi ir a caça, muitos olhares muitas piscadas e em meio aos olhares achei um carinha delicioso sem camisa bermuda preta encostado na arvore fumando um cigarro e pegando no pau, ai eu não resistir e fui lá passei por ele já pegando na sua rola que de imediato me respondeu
 ai começou a festa bati uma punheta gostosa, quando o pau dele estava bem duro chamei ele pra um banco foi ele se sentar e eu começar um boquete delicioso mamei muito ele adoro mamar uma rola gostosa e a dele era espetacular nisso começou a juntar curiosos ao nosso redor e não estávamos nem ai eu só queria era chupar meu gato gostoso colocava a rola dele todinha na boca ate entalar lambia a cabeça olhava os outros ao redor a mamava com mais vontade aquela delicia de rola
foi quando ele estremeceu e gozou gostoso na minha boca onde não desperdicei nada assim que gozou nos despedimos quando um se foi já vem outro cara delicioso com pica pra fora eu que não sou de rejeitar nada mamei bem gostoso ate ganhar mais leitinho já estava com a minha boca dormente assim que bebi o leitinho delicioso pela segunda vez resolvi ir embora pois já estava tarde, mais ainda to com vontade de dar meu cuzinho bem gostoso.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Pegação em banheiro público: "onde houver gay, haverá banheirão"

Era uma tarde de sábado quando Jorge Camargo*, 30 anos, e Francisco foram ao cinema em um shopping paulistano. Chegaram pouco antes, compraram os ingressos e conversaram um tempo na cafeteria. Jorge sentiu vontade de ir ao banheiro. Francisco esperou.
Lá dentro, Camargo fez o de costume e aproveitou para lavar o rosto e arrumar o cabelo - e algo inesperado aconteceu. "Percebi, pelo espelho, que um cara de óculos estava me encarando do mictório. Devolvi o olhar - e aí ele me mostrou um pau enorme!".


Se Jorge ficou tentado? "Não vou mentir. Fiquei - mas desistimos porque, além de eu estar acompanhado, houve um barulho na porta e um segurança do lado de fora". Hoje, o mesmo banheiro exibe uma placa onde se lê "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano". O artigo é o 233 do Código Penal.


Não é o único que pode dar cadeia. "Há o artigo 214 - atentado violento ao pudor, por exemplo, ou o 218, de corrupção de menores. Tudo depende da situação fática. Eram dois homens? Era perto de escola? Havia um maior e um menor?", explica o advogado José Louis Fonseca, 27.


Na verdade, não era a primeira vez que Jorge se via cara a cara com a "linha banheirão", como se diz popularmente: "Ia muito num banheiro público de praça, mas depois a Guarda Civil começou a baixar e parei".


O motivo? "Uma vez, vi muita coisa num shopping da Zona Leste. O chão era de mármore preto, e dava pra ver tudo que acontecia na outra cabine! Mas sempre tive medo de ser pego por guarda, segurança".


Maurício Stefano*, 26, foi pego. Do banheirão, ele seguiu com o ficante para a escada de incêndio de um shopping na Zona Norte: "Ele fugiu pro andar de cima. Os seguranças me acompanharam até a porta, pediram meu RG [...], anotaram e disseram que eu só voltasse se fosse fazer compras".

"Primeiro, é preciso definir banheirão", analisa o jornalista Deco Ribeiro, 36. "É apenas sexo no banheiro, ou envolve toda a pegação, o olhar, mostrar o pinto, a masturbação mútua, o convite pra cabine? E vale banheiro de boate ou só banheiros mais sérios, como de shoppings ou parques? Eu considero banheirão a segunda opção [...], e, nesse caso, nunca rolou. Sou muito medroso...".


Desconforto, violência, DSTs, fidelidade no namoro ou a simples falta de interesse também estão entre as razões da galera que largou ou nunca praticou o "esporte". "Não digo que nunca vou fazer, mas não me diz nada", declara o analista de sistemas Renato Barbosa*, 47. "Notei que as pessoas que praticam isso são potencialmente portadoras de doenças venéreas", diz o administrador José Vieira*, 25.


"Comecei no banheirão", conta o radialista Ricardo Zaragoza*, 33. "Já ia equipado com gel e camisinha, embora rolasse um bareback ferrado lá. Oral, naquele tempo, tudo sem preservativo. Gozar na boca e o cara engolir era normal. Hoje, não sei. Comecei a namorar, cur-to fidelidade... e passei a ser mais consciente".


O estudante Rafael Garrido*, 19, foi vítima de violência. "Estava numa cabine [...]. Espiei um cara, e ele parecia estar se oferecendo. Passei a mão na perna dele. Ele ficou muito puto. Quando saí da cabine, estava me esperando com uns amigos e deu uns tapas no meu rosto", mas, Garrido não se deixou abater: "a sensação que tenho é a de que, desde pequeno, eu já via o banheiro como um local potencialmente sexual".


Meninos, eu vi!
Era uma quarta-feira, 22h30. O repórter que vos escreve segue em direção ao banheiro abaixo do nível da rua e do terminal de ônibus anexo. Há dois mictórios, duas pias para lavar a mão, quatro cabines e um zelador. A movimentação de homens é incomum.

Um deles, de barriguinha, mochila nas costas, calça azul e camisa social, está claramente "caçando": balança o pênis várias vezes depois de "urinar". Há também outros "caçadores". Eles permanecem às portas das cabines - uma delas, por sinal, já ocupada por quatro pés - e esperam. Um deles carrega uma maleta.


O homem de calça azul vai à pia e lava as mãos demoradamente até outro rapaz, de calça preta, ir ao mictório. É a deixa para o primeiro voltar e, de olho no outro, reiniciar o balanço peniano.


Percebo que o de calça preta não lhe dá chance, mas ele não chega a recolher o membro. Um rapaz alto, de boné e "jeito de boy" toma o lugar do outro. Em segundos, a mão vai ao pênis que balança. Decido sair.


Lá fora, depois de alguns minutos, percebo que o zelador deixou o banheiro e espera do lado de fora (!). Volto a entrar. Os caçadores se revezam e dominam o ambiente. São diferentes no tipo físico, na roupa, na idade. O boy agora está à porta de uma cabine. O da maleta, também. O de calça azul retoma a rotina de balançar a genitália.


Esse banheirão, que não foi o único observado por mim, fica anexo a uma conhecida estação de metrô e é paradigmático em muitos pontos.


É o caso das práticas - por ordem de frequência: masturbação mútua, sexo oral e penetração - e variedade de personagens. "Já vi todo tipo de gente, de idade, de condição financeira, de aparência", diz o estudante Garrido. "Varia de acordo com o lugar em que você está. Em um shopping na região da Avenida Paulista, há caras mais abastados".


O psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, 50, comenta essa estratificação: "os frequentadores dos banheirões públicos ao ar livre são de origem proletária [...]. Já nos centros comerciais (shoppings), são de classe média".


O fato, porém, é que há banheirão para todos. "Simplesmente, [...] existe em todos os lugares do mundo", diz o psiquiatra Bernardo de Gregório, 44.




Outro paradigma é a forma de comunicação. "Por causa do risco, a comunicação tende a ser não-verbal e o mais discreta possível", diz de Gregório - e, vale dizer, as técnicas de abordagem podem ser bastante similares.

"O mais comum é usar o mictório como vitrine, onde se exibe o membro ereto, e a troca de olhares, que leva [...] à cabine. Quando há reservados dos dois lados, quem está a fim fica com a porta entreaberta e mostra o dote; quem gosta entra. Já para a rejeição, é simples: sai-se de onde está, ou põe-se o pau dentro da calça", explica Lukas Andrade*, 24, que se declara com ampla experiência no assunto.


"Quando os homens estão a fim, eles endurecem o pau; outros balançam, se aproximam, falam alguma coisa como tá afim? ou simplesmente chupa!. Eu olho pro cara, olho pro pau. Se ele não esboçar reação contrária, me aproximo e meto a mão!", conta o funcionário público Daniel Costa*, 49.


"As piscadas e passadas de língua nos lábios funcionam muito bem [...]. Também acho legal olhar a bunda do cara ou alguma característica diferente, como uma tatuagem, para ele se sentir desejado", diz Rafael Garrido.




Razão e sensibilidade
No entanto, além da diversidade e das técnicas, está o óbvio: em coro com o próprio Rafael, muitos vêem o banheiro com "olhos sexuais" e concordam que vale a penar correr os riscos. Por quê? "Para se saciarem sexualmente de forma anônima sem estabelecer vínculo", responde João Pedrosa. É dele a expressão que abre esta reportagem. O psicólogo explica que "onde houver gays, haverá banheirão" porque "vivemos num mundo homofóbico".

"Todo grupo social que é perseguido desenvolve estratégias de sobrevivência", prossegue o terapeuta. "Foi uma forma que os gays encontraram para fazer sexo ou se excitarem sexualmente, já que não têm liberdade de exercer livremente sua sexualidade. É um contra-controle exercido pelos gays em resposta ao controle exercido pelas agências que reprimem a prática homossexual: governo, religião, educação, dentre outras".


Ricardo Rocha conhece esse contra-controle. Hoje com 59 anos e fora do circuito dos mictórios, ele começou a freqüentar banheirões "ainda na ditadura militar". Ricardo explica que "não existia patrulhamentos em cima da promiscuidade. Isso começou apenas quando o gay resolveu se inserir na sociedade heterossexista e comprou todos os valores dela [...]. A ideia, entre os militantes da época, era que podíamos criar uma nova sociedade".



O principal motivo para "fazer banheirão" é mesmo a busca pelo sexo anônimo, de acordo com nossos entrevistados. Mas, como se vê, o porquê dela comporta diferentes razões. O analista de RH Luís Amaral*, 25, cita o aspecto financeiro: "em muitos casos, as pessoas fazem por não ter grana e nem local privado".


A própria resposta à homofobia pode variar e ir da atitude libertária a problemas de autoaceitação. "Ainda que seja uma generalização, pode-se dizer que tal prática acaba sendo mais comum para pessoas que não assumem totalmente sua própria sexualidade", diz de Gregório.


Lukas Andrade concorda: "Grande parte dos homens [...] é casada e mantém o lado homossexual apenas dentro dos banheiros". O rapaz, no entanto, comenta duas outras motivações: a iniciação sexual e o fetiche. "É uma forma que muitos encontram de descobrir o sexo entre homens [...], mas tem uma grande parte [...] que é de gays bem-resolvidos que curtem o sexo anônimo, descompromissado".


É o caso de Daniel Costa. "Já passei por algumas situações, como você estar no reservado, alguém te pegar chupando [...]. Com um amigo, a polícia chutou a porta. Acho que o que me deixa excitado é exatamente esse risco. Sexo rápido, quase sempre oral, e o risco de chegar alguém". E você, já tem seus motivos?




Marketing pessoal
Quem nunca se perguntou se alguém liga para os números de telefone ou MSN dos recados que oferecem sexo gay nas portas e paredes dos banheiros? Fui verificar.

Cheguei a adicionar um MSN e ligar para um telefone. Na Web, o "Deus Grego" (pseudônimo) se descrevia como ativo, 23 anos, corpo definido. Manteve contato por algumas tecladas - mas sumiu depois que falei da reportagem.


No telefone, mais sorte: marquei entrevista! Emerson Correa*, 36 anos, manteve um relacionamento estável de 15, é garoto de programa há três e usa as portas como propaganda. Funciona? "Escrevo em vários banheiros! Recebo umas 15, 20 ligações por semana vindas de lá". Quem diria...






Tio da limpeza
Guardas, seguranças e até policiais cada vez mais fazem parte da paisagem do banheirão. "Hoje em dia, os banheiros públicos são pagos, e os privados são cheios de seguranças. Os estabelecimentos aumentaram demais o cuidado nesse sentido", diz Ricardo Zaragoza.

As "figuras repressoras" mais presentes, no entanto, são os zeladores e faxineiros. "Quase sempre tem alguém. Nos shoppings, os seguranças praticamente fazem uma ronda. Nos metrôs, os faxineiros costumam fazer barulho, limpando tudo", conta Rafael Garrido.




"Nos banheiros de praça, sempre há os zeladores: alguns, mais tolerantes; outros, nem tanto, mas aqui, na região, há um em especial que é extremamente liberal. Já transei com ele umas três vezes", conta Daniel Costa, demonstrando que nem sempre a coisa funciona como se espera.